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2 de setembro de 2017

Para Ary Vanazzi, Aeromovel tem o DNA de São Leopoldo.

Foi a manifestação do Prefeito na assinatura do acordo para estudo de viabilidade do sistema.

“Estamos tomando a decisão de fazer o estudo porque estamos preocupados com o futuro: a cidade se expande, cresce e precisa qualificar sua mobilidade urbana”, disse o prefeito Ary Vanazzi, após assinar o documento em seu gabinete, sexta-feira (01/09). O acordo define que a Aeromovel Brasil S.A., e a Prefeitura de São Leopoldo se comprometem a estudar a viabilidade para implementar a tecnologia criada por Oskar Coester que, em 1979 instalou a empresa na cidade, e também compareceu para assinar o documento e agradecer a iniciativa da Prefeitura.

Vanazzi considera o sistema de transporte urbano Metro Aeromovel uma grande conquista da tecnologia brasileira, que “já opera do outro lado do mundo (Indonésia), mas que deve ser valorizado em nosso país”, completou. Ele se referiu especialmente às características de sustentabilidade econômica, social e ambiental do Aeromovel e destacou que “o importante é que vamos trabalhar com algo que foi pensado, produzido e gestado aqui”. Concluiu reiterando uma afirmação do secretário de serviços públicos do município, Sandro Lima: “o Aeromovel é uma iniciativa que tem o DNA de São Leopoldo”.

Confiante na implantação dos estudos em São Leopoldo e na solução que a tecnologia Aeromovel proporciona às cidades afetadas pelo caos urbano, o CEO da Aeromovel, Marcus Coester, destacou que “não é razoável as pessoas gastarem quatro horas do seu dia dentro de um sistema precário”.  Exemplificou que a tecnologia demonstra segurança e garantia de funcionamento no longo prazo, com a operação ininterrupta há mais de 30 anos no Parque Nacional de Jacarta (Indonésia).

Sobre a eficiência energética (energia elétrica) usada para propulsão pneumática (movido a ar), Marcus observou que a Linha Integração do Aeromovel (Shuttle) Trensurb-Aeroporto em operação há quatro anos, 19 horas por dia, sete dias por semana, gasta, em média, R$ 20 mil de energia elétrica por mês sendo que, dois terços deste valor são empregados para climatizar as estações.

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